Guarda flores entre as paginas dos livros achando que quando secarem seus sonhos se realizarão....... desenha flores nas aguas do rio e vê formas nas nuvens que passam..... Não é louca..... apenas não gosta do mundo que vive .Quer sair.....mais sabe que morrera nele.......um dia...... Adriana Martins

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Mulheres

Desde que foi criado o Dia Internacional das Mulheres, quase nada mudou.
Para certos olhares este pode ser considerado um dia desnecessário ou representar mais uma forma de divisão entre as muitas reivindicações sociais. No entanto, entre o silêncio e a denúncia, o choro e a ação, nós mulheres temos trilhado um caminho de resistência e luta para ultrapassar as dificuldades que marcam nossas existências.
A condição de mulher nos coloca num patamar socio económico desigual em relação aos homens, os quais geralmente obtêm melhores salários e estão mais próximos ao poder no trabalho, na política e na religião. Mas, por nossa condição de mulher ;somos marcadas tanto pelos efeitos nefastos do machismo que ainda se impõe de forma a impedir a autonomia e desenvolvimento das mulheres, como pelos efeitos do racismo e preconceitos que culturalmente definem as posições sociais.
Os obstáculos sociais têm sido enfrentados com garra e persistência, numa luta que é solitária, mas também coletiva. Mulheres como de Luiza Mahin, Rosa Parks, são exemplos de resistência.
As mulheres também têm deixado marcas na Igreja Metodista desde seu início no Brasil, demonstrando, ao longo de nossa história, serviço, fidelidade e doação. Presença ativa em diversas funções, como pastoras, superintendentes de Escola Dominical, coordenadoras de ministérios, professoras, presidente de sociedades de mulheres, zeladoras, faxineiras, cantoras e tantas outras funções. Mulheres que não desistem em busca da igualdade, porque tem a semente do Criador e a fé em Cristo como fundamento de suas vidas. Mulheres que tem “a estranha mania de ter fé na vida”

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