Guarda flores entre as paginas dos livros achando que quando secarem seus sonhos se realizarão....... desenha flores nas aguas do rio e vê formas nas nuvens que passam..... Não é louca..... apenas não gosta do mundo que vive .Quer sair.....mais sabe que morrera nele.......um dia...... Adriana Martins

Amigos


acordei triste
não quero falar o porque
apenas me deixo ficar flutuando
nessa tristeza que me invadiu hoje
as vezes sinto falta do que perdi
e não vai mais voltar
a morte não da uma segunda chance
ela fica espreitando
ate poder levar quem amamos,
não tenho medo dela,
mais tenho medo de perder as pessoas que amo
hoje fico encolhida dentro de mim
ouvindo o vento falando comigo
sempre fiz o que quiz nessa vida
escolhi o caminho que quiz
de lutas
enfrentamentos
sou e me fiz forte para a vida.....
mais hoje não
hoje me recolho e choro
hoje acordei tristeza

5 comentários:

  1. Dri, não entra novamente na tristeza,o que aconteceu não tem mais volta, estamos aqui, pessoas que amam você, que precisam dessa sua força de vida,da sua presença sempre amiga,volta Dri, sai dessa tristeza,enterra as lembraças de vez.

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  2. Un buen poema, que no me ha hecho falta traducir, lleno de lánguida tristeza y deese melancólico viaje hacia el interior de uno mismo, que todos sin duda practicamos, pero que casi nadie sabe expresar tan bonito como tú lo dices. Todo perfecto, mi querida amiga, siempre que no olvidemos que el sol sale para todos, todos los días, y que en cada uno de ellos hay siempre un momento que nos arrancará una sonrisa.

    Me ha encantado devolverte la visita. Me añado como seguidor.

    Saludos.

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  3. Your blog is really very beautiful.
    Nice pictures. Very creative.
    Elly

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  4. ADRIANA,

    sou seu mais novo seguidor e coloco naquele mosaico de admiradores minha chave, esperando que ela possa abrir todas as portas dos seus objetivos, anseios, fantasias, enfim...

    ADRIANA, eu lido muito mal com a morte, perdas e tudo o que se torna apenas lembrança.

    Mesmo querendo admitir que deveria inflar sua consciência com palavras protocolares de alento, não ouso.

    Não ouso porque, você iria descobrir minhas contradições, hoje ou amanhã e meu engôdo ficaria tão explicito como aquele batom no rosto daquela mulher de lábios extravagantes e carnudos ,pintados na cor explosiva do carmim!

    Minha descendência de pais italianos exacerbam a morte, extamente como é: Morte.

    Tenho verdadeiro horror àquelas coroas de flores e suas faixas roxas, com as tenebrosas e pouco criativa mensagem de "Saudade", desenhada em ouro.

    Detesto a impertinência daquelas abelhas que mesmo em velório, sobrevoam os lirios, e as rosas em busca do seu nectar.

    Na Sicilia contratam-se as Carpideiras que cobertas de preto, revezam-se dia e noite numa gritaria infernal, de uma dor e lamuria remuneradas, mas que suprem, abafando o desespêro da perda, por parte dos familiares.

    E ao dizer-lhes isto , bateu-me um sentimento de culpa e penso comigo mesmo:

    -Tudo bem, explicastes a dor da ADRIANA, com o egoismo do relato dos seus sentimentos, mas estenda-lhe a mão.

    Então ADRIANA, seguindo a voz interior que ordena, vou deixar-lhe uma frase do formidável filósofo Nietzsche:

    " A morte é tal qual chama de uma vela que se apaga, cansada e exausta de sí mesma".

    ADRIANA, fique com Deus e um abração carioca!

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  5. Adriana, se eu tivesse a sensibilidade de escrever poemas, escreveria o que vc escreve.Dizes que nem tudo é o que vivencias, mas te afirmo que o que escreves são todos meus sentimentos. Que eu gostaria de poder gritar ao mundo.Linnnnndo, parabéns Deus conserve a sua maestria.Obrigada por gritar meus sentimentos sem saber.

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